terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Respostas da Atividade 4 (Flaviane)

1- Segundo o filósofo Laymert Garcia, “... è preciso ter a noção de preservação das tecnologias existentes, que é diferente de conservação” (P. 291). Como podemos entender essa fala do autor, sabendo que as tecnologias evoluem a cada momento?

R: O autor, ao falar em preservação das tecnologias existentes, se refere ao fato de percebermos o que tem de importante nesse meio tecnológico, mas não para fechar isso em algum lugar e conservar, e sim trabalhar essas tecnologias que hoje são importantes para que possam também expandir, desenvolver e ajustar acompanhando os acontecimentos do mundo.


2- “Quando você fala cultura digital, está falando só da dimensão novas mídias e está falando, digamos, dos processos de digitalização da cultura. Como eu acho que é mais amplo, eu prefiro cultura cibernética, porque esse termo abrange, até do ponto de vista conceitual, não só os processos todos, mas a transformação da forma que lidamos com eles.” (SANTOS, P. 286)
Comente essa fala do filósofo, relacionando-a ao conceito de mídia mostrado por Lúcia Santaella.

R: O sociólogo dá preferência ao termo cultura cibernética, à cultura digital, porque acredita que o digital se refere apenas ao campo das mídias. E aí então podemos lembrar o que diz Santaella quanto às mídias, que são apenas meios ou suportes físicos de acesso à informação (P. 25). Já o termo cibercultura, segundo Laymert, abrange todas as transformações culturais pelas quais nossa sociedade está passando.


REFERÊNCIAS:
SANTOS, Laymert Garcia dos. Entrevista. In: SAVAZONI, Rodrigo; COHN, Sergio (orgs). Cultura Digital.br. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2009. Pp. 285-293.
SANTAELLA, Lucia. Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano. Disponível na Internet via URL <http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Atividade 4 Flaviane

Questões propostas:

1- Segundo o filósofo Laymert Garcia, “... è preciso ter a noção de preservação das tecnologias existentes, que é diferente de conservação” (P. 291). Como podemos entender essa fala do autor, sabendo que as tecnologias evoluem a cada momento?

2- “Quando você fala cultura digital, está falando só da dimensão novas mídias e está falando, digamos, dos processos de digitalização da cultura. Como eu acho que é mais amplo, eu prefiro cultura cibernética, porque esse termo abrange, até do ponto de vista conceitual, não só os processos todos, mas a transformação da forma que lidamos com eles.” (SANTOS, P. 286)
Comente essa fala do filósofo, relacionando-a ao conceito de mídia mostrado por Lúcia Santaella

Atividade 2 (aquecimento) Flaviane

1. Especialização em Mídias na Educação
Disciplina: Sociedade, Cultura e Tecnologia
Segunda atividade:
Entrevista do Marcelo Tas, publicada no livro Cultura Digital.br.

Feita a leitura do texto, gostaria que discutissem:


1. O entrevistado diz que valorizamos demais o termo digital, quando tudo é cultura. Ao falar sobre isto ele chama a atenção para dois pólos, a superstimação e a subestimação da tecnologia. Trace um paralelo entre as ideias do entrevistado com as ideias de Lucia Santaella, no texto discutido em nosso alongamento, quando ela se refere a definição de mídia.
Segundo Tas, a transformação tecnológica que vivemos hoje é um fenômeno cultural percebido pela sociedade através de dois olhares: o da subestimação e o da superestimação. No primeiro há um grande preconceito em relação as máquinas, vistas apenas como ferramentas de trabalho e não como possibilidades de comunicação. Já no segundo olhar, essa nova cultura digital é super estimada por pessoas que valorizam a relação entre o homem e o computador, porém não conseguem separar o que realmente é importante dessa relação, se pegando a fatos irrelevantes como por exemplo ( o cara que cria um blog). 
Marcelo Tas fala do cuidado que devemos ter para não priorizar as ferramentas e sim o modo como as pessoas as usam, pensamento este que se assemelha ao de Lúcia Santaella (2003) quando diz “mídias são simplesmente meios, isto é suportes materiais pelos quais as linguagens transitam”. (p.25)

2. Temos enfrentado alguns problemas com o Moodle em nossa disciplina e tenho solicitado que usem outras ferramentas disponíveis na Internet para postarem suas respostas. Discuta esta relação com a afirmação do entrevistado: "Inventou-se a motocicleta e a gente fica falando do pneu, do aro, do banquinho e não falar da viagem que a gente tem para fazer com a moto." (pp. 234).

Essa frase exemplifica bem o que acontece com as pessoas que subestimam a evolução digital, ou seja, elas deixam o medo tomar conta e não conseguem aproveitar o que de melhor essas tecnologias podem oferecer. Isso acontece até mesmo co nós professores, que por receio do desconhecido não aproveitamos essas novidades para melhorar a nossa prática pedagógica, levando aos alunos o conteúdo necessário, porém de uma maneira mais agradável a eles.
Em relação às postagens serem feitas em outros campos além do Moodle, abriu caminho para navegarmos por diferentes áreas conhecendo as novidades digitais.

3. O que é relevância e discernimento, defendidos pelo entrevistado.

Segundo o entrevistado, relevância é o que tem importância, e nesse contexto de mídias, é relevante tudo aquilo que persiste e permanece como algo concreto. Paralelo à relevância vem o discernimento ou seja, a capacidade de julgar e distinguir o que realmente é aproveitável em meio a tantas informações, e aí então é que entre a educação.

4. Na entrevista Marcelo Tas fala sobre educação, função de professor e a tecnologia. Discuta o pensamento dele, vinculando-o com outro autor da área de educação.

Marcelo Tas fala da sala de aula como um local de troca de conhecimentos, onde o professor não é mais o dono da verdade, ele agora tem a função de estimular o aluno e instigá-lo a buscar conhecimentos. E o aprendizado então se faz através de uma troca constante de informações, que tanto os alunos quanto os educadores podem adquirir usando as novas tecnologias. 
Quanto a educação , é uma questão muito séria neste momento, porque os educadores precisam planejar suas aulas voltadas para este mundo novo, em que as crianças tem total acesso as informações sem ao menos terem que ler livros e livros. Marcelo Tas fala que devemos estimular no aluno a vontade do saber. Assim também defende o educador e escritor Rubem Alves (2004) ao dizer “É fácil obrigar o aluno a ir a escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender...” (p.13). Ou seja, antes de passar o conteúdo é preciso despertar o desejo do conhecimento.

5. "Então a gente já vive imerso nesta gelatina de informação e cada pessoa tem o seu filtro, sua maneira de se relacionar com isso." (p. 241). Comente esta afirmação tendo por base a caracterização da cultura digital ou cibercultura em Lucia Santaella.

De acordo com Lúcia Santaella (2003) vivemos hoje sob a influência da cultura digital ou cibercultura, em que surgem cada vez mais novas ferramentas no campo das mídias e por consequência multiplicam-se as informações. Portanto a afirmação acima se refere a enorme quantidade de informações que nos rodeiam, que fazem parte da nossa vida querendo ou não, cabendo a cada um de nós julgar e separar o que realmente é necessários como diz Tas(2009). 

REFERÊNCIAS:

SANTAELLA, Lúcia. “Da Cultura das Mídias à Cibercultura: O Advento do Pós-humano”. In: Revista FAMECOS. Porto Alegre.2003

TAS, Marcelo. Entrevista. In: SAVAZONI, Rodrigo; COHN, Sergio (orgs). Cultura Digital.br. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2009. Pp. 231-241. Disponível em: http://culturadigital.br/blog/2009/09/26/baixe-o-livro-culturadigital-br/ . Acesso em 30/01/2012.

ALVES, Rubem. O desejo de ensinar e a arte de aprender. . - Campinas:Fundação EDUCAR DPaschoal, 2004.64p.

Respostas Atividade 1 (Flaviane)

Resposta número 1:

Lúcia Santaella lista e explica algumas categorias culturais pelas quais nossa sociedade vem passando e por consequência sofrendo alterações em todas as áreas de atuação do ser humano. São elas: a cultura oral, a cultura escrita, a cultura impressa, a cultura de massas, a cultura de mídias e a cultura digital. A autora esclarece bem que apesar de cada uma possuir suas peculiaridades, elas se misturam e se entrelaçam formando uma grande rede de comunicação, estabelecida por diferentes meios.
Cada era ou cultura se caracteriza pela sua especificidade e de forma alguma perde a importância pela chegada de outra, mas pelo contrário, uma se agrega a outra, inovando e adequando os suportes da comunicação. A comunicação oral e a escrita são ainda extremamente importantes; a cultura de massas, produzida para a população em geral, levou o indivíduo a agir de forma padronizada; a cultura de mídias é caracterizada como a cultura  do disponível e é intermediária entre a de massas e a digital; e a última delas, a digital, também conhecida como cibercultura, é a cultura do acesso à informação permitida através dos computadores e das redes de tele comunicações, que vem crescendo consideravelmente.
A autora destaca a cultura das mídias e a digital ou cibercultura porque é a mais forte atualmente. O avanço tecnológico e a criação de aparelhos eletrônicos cada vez mais individual e personalizado, afasta a cultura de massas abrindo espaço para a era digital, em que a busca individualizada pela informação é cada vez maior. São estas as categorias citadas pela autora Lúcia Santaella e que nos levam a perceber que cultura e comunicação seguem juntas no desenvolvimento da sociedade.

Resposta número 2:

Atualmente vivemos a era digital ou a cibercultura, ou seja, vivemos sob a influência das tecnologias digitais e das comunicações em rede através do espaço virtual. É também a era do acesso, em que as pessoas buscam por informações que resolvam questões individualizadas. Essa nova cultura se faz presente em nosso cotidiano: no trabalho, no lazer e em diversas outras situações. As pessoas atualmente pagam conta, fazem inscrições, agendam consultas e muito mais via internet. Tem o voto eletrônico, a lousa digital e a educação à distância. Não esquecendo ainda dos sites de relacionamentos, das bibliotecas digitais e dos cartões inteligentes, por exemplo. Enfim, são várias as facilidades e comodidades que a cultura digital oferece à nossa sociedade.

REFERÊNCIAS:
SANTAELLA, Lúcia. “Da Cultura das Mídias à Cibercultura: O Advento do Pós-humano”. In: Revista FAMECOS. Porto Alegre.2003

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Aula prática

O que posso desenvolver no Blog com meus alunos?

Meu nome é Flaviane e sou professora de uma turma de 3º ano e ao longo   dos quatro bimestres realizamos várias atividades e projetos. Os trabalhos e produções de texto na maioria das vezes são temáticos e seguem as datas comemorativas. Acho que seria muito interessante postar os trabalhos e desenhos, pois significaria valorização para os alunos, e isso poderia incentivá-los um pouco mais a fazer com mais capricho as atividades propostas. Eu poderia usar a aula no laboratório de informática para mostrar-lhes o blog e mostrar suas atividades.
Além das atividades dos alunos, poderia postar no blog também as fotos da turma, seja participando de um projeto ou se divertindo na festa junina da escola por exemplo. De qualquer forma eles iriam se sentir importantes e mais motivados a estudar nesta escola.


Vídeo "Do Sonho Aos Ares" Santos Dumont